De uns meses para cá, o Twitter foi “invadido”. Milhares de novos usuários que caíram de para-quedas nesta nova ferramenta sem a menor idéia do que se tratava e do que ela é capaz.
Não que todos saibam de cara do que se trate, mas já vieram com um “conceito” de “novo Orkut”.
O resultado disso está nos hashtags, que antes usado para agregar assuntos afins, agora virou “joguinho de Orkut”. A miguxolândia passa seu tempo convocando “seguidores” a tuitar a palavra da vez para entrar nos Trend Topics (ranking dos assuntos mais abordados no Twitter)
E qual a consequencia disso?
Exemplificando com a mobilização #ForaSarney:
Usado para extravazarmos nossa ira contra os mandos e desmandos de nossos governantes, com links do dia-a-dia de nosso Senador, seguido de #ForaSarney!
Mas a idéia foi totalmente desvirtuada, depois que transformaram numa “competição” para entrar no TT (Trend Topics)
E o que ganhamos com isso?
NADA!
Quem participa se perde nos updates;
E quem não sabe do que se trata e vai procurar saber o que é; lê, lê, lê e não entende a bagunça.
E qual a conclusão?
Que brasileiro é tudo babaca!
Zoaram IRC, Multiply, Orkut, Twitter e outros zilhões de sites sociais.
Hoje, a Apple anuncia a nova safra de iPhones 3G S
Com isso, nossos “mudernos” iPhones 3G já são coisa do passado.
Sim, macmaníaco que é macmaníaco não pára no tempo e aposenta “at once” seus gadgets. Até porque se é pra ser Hype, que seja! Não cai bem pagar de pobre num mundo onde o barato já é caro.
Então, listo aqui algumas sugestões para seu velho iPhone/iPod 3G, 2G, 1G…
1. Transformar numa chiquérrima iSaboneteira
2. iCalço praquela mesinha do Philippe Starks
3. iRaquete de Ping-Pong
4. iBandeja de frios para petit-comité
5. iDescanso de Copo
6. iMata-Borrão para Mont Blanc à tinta
7. iPeso de papel
8. Colando-se um feltro, vira um iPagador de Quadro Branco
9. Colando-se um velcro, um iPapa-Bolinha praqule suéter que vovó fez com tanto carinho
10. Suporte para carreira. iSnort são pros fracos
Viu que as possibilidades são infinitas.
E você, o que faria com seu iPhone/iPod velho?
Solte sua criatividade e dê glamour à sua casa!

Slumdog Millionaire Poster
É, finalmente arrumei tempo e fui ver Slumdog Millionaire no cinema, antes que saia de cartaz.
Fui sem a menor expectativa, pois filmes indianos são esquisitos. Mas me dei uma chance de assistir, talvez por não ser tão indiano assim, afinal, ganhou Oscar, né?
E é fato! O filme é totalmente cativante.

E Silvio Santos deve ter se rasgado todo de ódio quando viu, por não ter pensado em roteirizar seu Show do Milhão pra telona. Agora, resta torrar tudo pra comprar os direitos de exibição. Já tô até imaginando a chamada: (voz do Lombardi em off) “Não percam! Logo após o Show do Milhão”. HuahUahuA!!! HuahUahuA!!! HuahUahuA!!!

Tirando as palhaçadas, o filme é muito legal. Valeu o ingresso.
PS: Não aguentei ver os créditos finais do filme. Levantei e fui-me. Quem sabe no DVD?
Certas coisas você já sabe quando chove:
1. O trânsito é caótico;
2. As pessoas surtam;
3. Ônibus é lotado e os lugares estão molhados.
Este terceiro ponto é muito interessante e foi o que me motivou a escrever este post.
Já repararam que as pessoas quando entram no ônibus, reclamam que os lugares estão molhados e procuram por um seco? Raros são os felizardos, mas o que não entendo é que, se a pessoa está molhada, que diferença faz se o lugar está molhado ou não?
E as que estão secas, também ficam loucas atrás de um lugar seco.
As janelas ficam hermeticamente fechadas. Mesmo se a chuva parou. Cair um pingo, é motivo de histeria.
Agora raciocinem comigo: a indumentária do proletariado que frequenta ônibus é basicamente calça jeans. E jeans é grosso. Se a média da temperatura do corpo humano é de 36,5ºC, adicione alguns graus a mais com o couro(ino) do estofado. O “molhado” do assento não passa de 10ml (isso porque tô chutando alto).
Agora me respondam: faz sentido ficar em pé? O calor produzido, sentado por 5 minutos, já é o suficiente para secar tudo. É água, gente! Evapora. Tem motivo pra histeria e sacrifício?
Tem coisas que, realmente, não entendo…
A inspiração veio de um tweet do @leobraganca e da @priscilafreitas sobre gif animado como headshot.

Site: stripgenerator
De vez em quando eu gosto de fuçar o site Que Dia é Hoje?, que sempre dá destaque para uma comemoração. No rodapé, mostra as outras comemorações do dia. E, o que me chamou mais a atenção foi uma tal de Santa Verbuga. Nome engraçado para uma Santa.
Recorri ao Santo do século XXI (São Google, para os devotos virtuais) e eis que não fez milagre. Me sugeriu uma tal de Santa Verruga; justamente a piadinha infame que tinha imaginado assim que bati o olho no nome.


Confesso que a imaginação foi às alturas. Uma santa bruaca com verruga cabeluda na cara. Mas ela seria padroeira de que? Santa protetora dos que apontam?
Estou escrevendo sobre a Campus Party só agora porque minha proposta para o evento foi pro beleléu. Minha proposta era de fazer a cobertura do evento via Smartphone, mas lá chagendo, vi que era impraticável, já que não tinha wi-fi liberado (isso… pasmem!)
E, como não tive patrocínio nenhum que cobrisse minha conta de celular, resolvi relaxar e aproveitar cada minuto.
O bom é que não fiquei preso a uma bancada. Fiquei livre e transitei à vontade em todas as áreas: software livre, blogs, robótica, fotografia, vídeo, música, modding, videogame, barcamp, fumódromo e biritacamp… Assisiti várias palestras e conheci gente que nunca iria conhecer se não fosse esse trânsito livre.
Meu principal canal de contato lá foi via Twitter, graças a algumas boas almas que gentilmente configuravam seus wi-fis para que eu pudesse fazer alguns updates (curtos, lógico)
O único post que fiz de lá, devo à generosidade de @misslivia que me cedeu o laptop para publicar, depois de ter escrito todo à moda antiga (vide foto)

Conclusão: Evento de tecnologia SEM wi-fi é #FAIL!

Realizado no sábado, dia 24, no BarCamp, o Jurassicamp surpreendeu tanto pela mobilização, quanto pela qualidade da desconferência.
Mediado pelo @caribe e @renata_lino cobrindo via Twitter, a descoferência teve como mote a “Internet na época em que o ICQ reinava”. O bate-papo fluiu de forma bem natural e descontraído, atraindo alguns que por ali passavam.
Tinha tudo quanto era espécie de jurássico: os que começaram em MSX, BBS, videotexto…
Todos os presentes, falaram de como começaram no mundo virtual. Eu relembrei dos meus tempos de MSX, do dial-up internacional para acessar o IRC, já que no Brasil ainda não tínhamos servidores e do meu saudoso ICQ de 5 dígitos. Na época, quanto menor seu ID, mais status jurássico você tinha. Lembrei também os encontros da CentroIN no Largo do Machado que a cada semana que passava, contava com mais gente.
Lembraram também da praga de discos de intalação AOL, UOL e similares com 30 horas grátis de internet. Bastava instalar e navegar! E a praga depois pra remover tudo?
Poderia aqui ficar escrevendo sem parar, mas posso resumir que esse #Jurassicamp foi uma “mesa” redonda super descontraída que nos fez voltar no tempo. A coisa foi tão intensa que invadimos o horário da próxima palestra.
Para quem perdeu, há um grupo no google (vide link abaixo). E fiquem atentos à próxima edição!

Aqui alguns tópicos:
- Waldor relembra do videotexto 1481, 1482 e 1483 da Telesp. @renaton também foi da época.
- @otubo relembra do IRC, e que mantém como principal canal de comunicação entre desenvolvedores.
- @blagus lembrou que o MSX da gradiente, foi o primeiro computador a ter anúncio na TV com veiculação nacional. E eu lembro disso. Começei também com um MSX e não acreditava quando via o anúncio na TV.
- @roneyb lembra que começou na época dos modens de 1200kbps e, assim como eu, frequentava BBS.
- Marcelo Branco lembrou que na época ninguém acreditava no protocolo IP.
Twitter com tag #Jurassicamp: aqui e aqui.
Fotos: http://is.gd/hlBQ | http://is.gd/hD6I
Grupo de discussão: http://groups.google.com.br/group/jurassicamp/
Era para ter sido mais uma palestra no rol das assistidas, mas pela primeira vez, senti na pele a tão reclamada desorganização do evento.
A palestra “Faça uma boa foto com uma câmera tosca”, com Guilherme Maranhão, estava marcada para começas às 17h no Campus Fotografia. 15 minutos depois, informaram a todos que a palestra tinho transferida para o Campus Verde.
Chegando lá, vejo que todos que já estavam lá, cercavam a mesa do palestrante (que falava sem microfone). Todos de pé! (palestrante idem)
Indignado, fui à caça de alguém da organização do evento para dar uma solução; porque do jeito que a coisa estava, não tinha a menor condição de alguém assistir — fora os poucos que cercavam a mesa.
Perguntei a um, dois, três, quatro… até que esbarrei com o Sr. Marcelo Branco. Pensei que meus problemas tinham acabado, mas ele foi de uma arrogância e grosseria incompatíveis para um diretor de evento.
A solução dele: “Você quer assistir à palestra e não tem onde sentar? Toma aqui”. Puxa uma cadeira, aponta, dá as costas e sai.
Muito obrigado, Sr. diretor Marcelo Branco, mas e as outras 150 cadeiras para que TODOS possam acompanhar a palestra com mais conforto?
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