Dois limões sarcásticos dublados com brilhantismo debatiam o absurdo de estarem dentro de um refrigerante de cola, convertendo desconfiança de sabor em curiosidade irresistível de consumo imediato.
Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays aplicou psicanálise às massas e criou as Relações Públicas modernas com as Tochas da Liberdade na Quinta Avenida e a popularização do café da manhã americano com bacon e ovos.
Inspirado na tese de Peter Thiel: competir é para amadores; empresas extraordinárias criam categorias singulares onde não têm concorrentes diretos e cobram preços baseados em valor exclusivo.
Dirigido por Ridley Scott e veiculado apenas uma única vez no Super Bowl XVIII, o comercial apresentou o computador Macintosh como símbolo de libertação contra o totalitarismo corporativo.
De Chicago para o mundo, Leo Burnett provou que símbolos visuais calorosos criam conexões indeléveis com o consumidor, imortalizando o Homem de Marlboro, o Gigante Verde e o Tigre Tony.
Em 2000, o Google abandonou banners chamativos para entregar anúncios contextuais baseados na intenção explícita digitada pelo usuário, mudando a alocação de verbas globais de marketing para sempre.
Em 1900, os irmãos André e Édouard Michelin queriam que os motoristas viajassem mais e gastassem pneus; criaram um guia com restaurantes pelo interior da França que se tornou a autoridade máxima do setor.
No Dia Internacional da Mulher em 2017, a State Street Global Advisors colocou a estátua de uma garotinha encarando o touro financeiro de Nova York, exigindo liderança feminina em conselhos corporativos.
Sir Hugh Beaver, diretor-geral da cervejaria Guinness em 1951, percebeu que discussões calorosas em bares sobre o pássaro mais rápido da Europa precisavam de um árbitro definitivo e criou um best-seller duradouro.
Amazon, Walmart e grandes marketplaces perceberam que os dados reais de compra no ponto de venda final valem mais que impressões genéricas, criando um novo polo de crescimento publicitário.
O rebelde do Greek Mafia na publicidade americana demonstrou como uma imagem contundente sem rodeios pauta discussões políticas globais, do retrato de Muhammad Ali como São Sebastião ao Vietnã.
Em 1959, enquanto as montadoras americanas competiam por carros cada vez mais longos e gastadores, a DDB celebrou a simplicidade e a economia do Fusca com humor autodepreciativo e honestidade desconcertante.
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